16 de nov de 2007

UM MOSTEIRO GRANDIOSO

INDESCRITÍVEL ESSE ALPENDRE SUSPENSO, QUE ABRE PARA OS JARDINS INTERNOS EM INÚMEROS ARCOS GÓTICOS, SUPORTADOS POR COLUNAS DE FORMATO GRECO-ROMANO, NUM DESENHO QUE SE REPETE, SEM CANSAR, POR SUA BELEZA E ARMONIA DAS FORMAS
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JARDINS PARADISÍACOS NOS PÁTIOS INTERNOS CONFEREM UM AMBIENTE DE TRANQÜILIDADE E PAZ, COMO DEVE SER NUM MOSTEIRO CISTERCIENCE.
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SALÕES IMENSOS, RICAMENTE ADORNADAS POR ESCULTURAS DO SÉCULO XII, PROPORCIONAM INTENSA ATIVIDADE ARTÍSTICA E CULTURAL AO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA

A COZINHA DO MOSTEIRO TINHA ÁGUA DE NASCENTE PRÓPRIA, INDEPENDENTE DE FORNECIMENTO EXTERNO, UMA FORMA DE PROPORCIONAR MAIOR RESISTÊNCIA NO CASO DE UM EMBATE BÉLICO, COMUM NO SÉCULO XIII. A ÁGUA AINDA É PURA, COMO ATESTA A EXISTÊNCIA DE PEIXES DECORATIVOS NA IMENSA PIA.

3 comentários:

Sonia disse...

Que beleza, Santilli!
Tem sido um grande prazer ver suas fotos!

Ricardo Beccari disse...

Acho que você ganhou uns quilinhos... Portugal tem uma gastronomia sem igual, o mosteiro é realmente muito bonito, percebi que as paredes quase que não tem imagens de santos, que tipo de monge vive por lá, de qualquer forma quando entramos num lugar como este sentimos tranqüilidade...

Brancamar disse...

Estou a descobrir coisas que ainda não tinha visto no seu blog. Não sabia que tinha estado em Alcobaça, um dos Mosteiros Portugueses que mais gosto.
Desde muito pequena que sempre achei imensa graça à chaminé enorme da cozinha e à pia de água de nascente própria que aqui mostra. Os túmulos de D. Pedro e Dona Inês, uma bonita história de amor, que tem feito correr muita tinta ao longo dos séculos, muitas vezes representada em peças de teatro e também no cinema. Não sei se esteve na Quinta das Làgrimas em Coimbra, onde eles viveram e onde ela foi morta, se não esteve ia adorar, um sítio muito belo.
Gostei de o ver por cá,
UM abraço